A rodada de entrevistas foi dividida em dois momentos distintos, mas complementares. A primeira etapa, com o **Recursos Humanos (RH)**, teve um tom de conversa aberta e abrangente. O foco deles era mapear minha trajetória para além do currículo, explorando a **minha graduação** não apenas como um diploma, mas como a base de meu raciocínio e paixão pela área. Em seguida, as perguntas migraram para a **carreira**, buscando entender minhas ambições de longo prazo e se o meu plano de desenvolvimento se encaixava na visão da empresa. Por fim, o RH demonstrou genuíno interesse pelo meu **momento de vida**, abordando como lido com desafios e o que me motiva diariamente, garantindo um alinhamento entre o bem-estar pessoal e a alta performance.
A segunda etapa, com o **Gestor da Área**, foi mais intensa e focada na execução. A parte central foi a apresentação de um **case de resolução**, onde pude detalhar um problema complexo que enfrentei, as ações estratégicas que liderei para contorná-lo e, crucialmente, os resultados tangíveis que alcançamos. A discussão não se limitou ao passado; o gestor explorou minha visão de futuro para a área e minha capacidade de lidar com desafios práticos, validando não apenas minha competência técnica, mas também meu potencial para liderar e impulsionar resultados. Foi um processo que avaliou tanto o meu *fit* cultural quanto minha aptidão em gerar valor concreto.