Minha experiência na empresa foi marcada pelo seu ambiente de Hustle Culture,
uma cultura que valoriza longas horas de trabalho e dedicação extrema. Vi colegas trabalhando até tarde da noite e nos finais de semana, algo que é amplamente incentivado. No entanto, acredito que isso tem um custo alto para o bem-estar e a saúde mental dos funcionários, além de impactar o tempo com seus filhos.
Observei uma pressão significativa e micro-microgestão, com salários e benefícios que parecem abaixo do mercado. Os stock options parecem ser apenas mais uma forma de manter os colaboradores. A cultura proclamada da empresa muitas vezes não se alinha com a prática, focando principalmente na qualidade e na centralidade do cliente, às vezes em detrimento da saúde dos funcionários.
As decisões centralizadas do CEO e as mudanças repentinas nas lideranças criam um ambiente instável, onde projetos podem ser interrompidos. Pude perceber uma diversidade utilizada mais como uma fachada, e que o trabalho em áreas que não são comerciais ou de desenvolvimento não é tão valorizado."